top of page
  • Foto do escritorSTATO INTOO

Comportamento tóxico: como me preparar para esta conversa?



Trabalhar em um ambiente tóxico tende a impactar de forma negativa nas percepções sobre o ambiente de trabalho e a empresa. Abordar o tema pode ser desconfortável ou até intimidante, principalmente sem preparação ou quando acionamos as pessoas erradas. Com quem falar? Como se preparar? Compartilhamos alguns pontos para reflexão:

  • Certifique-se de ter o máximo de informações documentadas, o que foi falado ou feito, datas e horários, e presença de testemunhas, se houver. Observe-se que quando o comportamento é recorrente, outras pessoas podem estar sentindo o mesmo incômodo, e pode ser que também já tenham se manifestado, o que torna ainda mais evidente a necessidade de ação por parte da empresa.

  • Quando seu Gestor direto não é parte do problema, ele pode ser um canal de comunicação importante. Primeiro, identifique se há abertura para um diálogo sincero e traga os fatos comprovados com clareza e transparência.

  • O RH também é importante canal de comunicação, inclusive pela sua importância nas ações consequentes, que devem ser estratégicas e muito bem definidas.

  • Se o colaborador não estiver confortável para levar o tema ao Gestor ou ao RH, deve buscar o canal de Ouvidoria da empresa.

  • Evite conversas de "bastidores" sobre o tema e não estimule fofocas ou ações de retaliação. Seja exemplo oposto ao comportamento tóxico.

Lembre-se de que a empresa tem obrigação legal de investigar qualquer denúncia ou reclamação relacionada a assédio, discriminação baseada em raça, sexo, religião, deficiência, ou qualquer outro tipo de queixa ou ainda retaliações baseadas em comportamentos já reportados.


Por fim, tenha sempre em mente que é responsabilidade de todos, independente do cargo ou área, atuar conjuntamente para manter um ambiente saudável, que contribui para o alcance dos resultados esperados pela empresa e para o desenvolvimento individual de cada colaborador.


Publicação adaptada do artigo When Should You Take a Problem to HR?,” de Octavia Goredema.


bottom of page