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Estes hábitos prejudicam a carreira; veja como evitá-los

Os conselhos no mercado de trabalho incentivam profissionais a valorizarem suas fortalezas – o que é uma verdade -, mas há que se preocupar também com as fraquezas que, em geral, são as causadoras da demissão. Neste conteúdo, produzido a partir de um post no site do HBR, você confere hábitos que podem ser prejudiciais à carreira e as soluções para impedi-los.

1 – Prevenção de conflitos Por trás da tentativa de evitar conflitos pode haver uma sensação de insegurança causada pela fuga das necessidades inerentes ao trabalho. Imagine, por exemplo, uma equipe cujo líder é constantemente criticado pelos subordinados e com desempenho abaixo do esperado. Um profissional adepto da prevenção de conflitos é aquele que valida verbalmente as queixas das pessoas, mas evita contato direto com o responsável pela situação. Quando isso acontece, o melhor a fazer é definir um plano de ação a fim de endereçar o problema de forma equilibrada. Havendo dificuldades em fazê-lo, não há demérito em pedir ajuda e conselhos de como avançar. O pior a fazer é não fazer nada.

2 – Impulsividade Responder a eventuais críticas de maneira emocional, imprevisível e raivosa é a consequência negativa para pessoas com comportamento impulsivo. No ambiente de trabalho, esta postura inadequada leva o profissional a perder relacionamentos e aceitação/suporte dos colegas. A recomendação para aprimorar este ponto é analisar cuidadosamente quais ações foram tomadas às pressas e como elas afetaram a carreira. Para episódios futuros, a dica é prever quais poderão ser os impactos da decisão intempestiva, buscando atenuá-los ao máximo, e refletir sobre a experiência que outros terão sobre você.

3 – Repasse de responsabilidades Este ponto é considerado por muitos especialistas um dos principais entraves à inovação. Quem nunca se deparou com profissionais que evitam assumir responsabilidades e as delegam para seus pares ou colegas de outro setor? Ou então aqueles que minimizam sua parte no todo alegando sobrecarga? Para frear este comportamento, o melhor a fazer é pensar em soluções em vez de desculpas. Reconhecer qual é o seu papel naquela demanda e fazer o possível, de acordo com as condições disponíveis, para entregar o melhor resultado.

4 – Perfeccionismo Profissionais perfeccionistas tendem a buscar o nível máximo de detalhes em cada tarefa. O que aparentemente é uma qualidade, porém, pode se transformar em problemas no dinâmico ambiente das organizações. Afinal, em muitas situações, é preciso identificar o momento certo para entregar as demandas no dia-a-dia, compreendendo o conceito “suficientemente bom”, sob pena de perda de desempenho. Este cenário leva a questões que podem ser prejudiciais, como dificuldade excessiva para tomar decisões menos importantes; pressão para entregar mais e melhor; e frustração diante de novos hábitos, que ficam de lado quando não há garantias de um desempenho acima da média.

Nestes casos, a dica é encontrar maneiras de abrir mão do controle e terceirizar demandas quando possível, planejar-se para corrigir o fluxo do trabalho aos poucos e aplicar a autodisciplina de forma consciente e não compulsiva.