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Homens e mulheres em nível executivo reagem diferente às demissões

Uma pesquisa conduzida pelo CEO da STATO, Rubens Prata, analisou os efeitos da demissão em cargos executivos. A principal conclusão do estudo aponta para as consequências sociais da dispensa nas vidas desses profissionais, que tendem a se sentir inferiorizados e a buscar refúgio em si mesmos. Durante esta fase, a dificuldade de lidar com a imagem externa assume o protagonismo.

A pesquisa ouviu 446 executivos em processo recente de demissão. Eles responderam a perguntas com uma escala que permitia hierarquizar a importância dos valores humanos antes e depois da demissão. Para a maioria dos entrevistados, a perda do sobrenome corporativo levou ao deslocamento da relevância desses critérios básicos. Enquanto no período de pleno emprego os valores centrais se destacam, durante o desemprego o peso maior se concentra no âmbito social.

O resultado geral é o mesmo para homens e mulheres, mas se difere em um aspecto particular: a avaliação relacionada a normas e questões culturais. Entre as executivas demitidas, acentua-se a percepção de injustiça, atingindo índice quase duas vezes maior. “Pode-se supor que o impacto é maior porque as oportunidades para as mulheres assumirem posições executivas são menos frequentes, representando uma vitória pessoal. Quando elas perdem o emprego, vem a sensação de injustiça”, observa Rubens Prata, CEO da STATO.

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