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Minimizando o choque de gerações

Tema de muitas discussões dentro das empresas, o choque de gerações confronta públicos diferentes com características  muito distintas. De um lado os profissionais mais velhos e experientes, cuja formação se deu nas décadas de 80 e 90 e foi marcada por valores particulares, como fidelidade à empresa, a busca por carreira sólida e uma preocupação latente pela segurança no emprego – talvez em resposta às instabilidades política e econômica daquele tempo.

Já os jovens profissionais nascidos nas décadas de 90 e nos anos 2000 apresentam perfis distintos e bem peculiares: costumam buscar evolução mais rápida na carreira, tendem a ser mais impacientes com a demora do reconhecimento e visam realização pessoal em maior nível, muitas vezes abrindo mão de oportunidades profissionais para perseguir seus sonhos.

Embora possam parecer antagônicas, gerações diferentes podem conviver em harmonia no mesmo ambiente e gerar resultados concretos para as empresas. Cabe aos gestores criarem condições para que esses grupos troquem experiências, aprimorem conhecimentos mutuamente e beneficiem o negócio como um todo. Mãos à obra!