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4 dicas para assumir o protagonismo da sua carreira

Se a mensagem ainda não estava clara para todo mundo, a pandemia do novo coronavírus tratou de elevar o tom do alerta: profissionais que visam se manter competitivos não devem delegar a responsabilidade de suas carreiras às empresas. Quem faz isso se torna mais suscetível às variáveis de mercado e aos ventos da economia, podendo enfrentar mais dificuldades no processo de recolocação profissional.

Uma pesquisa publicada no site do Valor Econômico traduz a fluidez das relações de trabalho. Empresas têm feito o redesenho organizacional para atender às demandas geradas pela pandemia. Com novas formas de se fazer negócios, cargos e funções são redistribuídas de acordo com necessidades pontuais. Equipes são reformuladas rapidamente e sem planejamento. É a prova de como as coisas podem mudar de repente, exigindo adaptabilidade a um novo mundo.

A chave para minimizar os impactos externos à carreira está na busca pelo protagonismo individual. Profissionais conscientes dessa responsabilidade costumam reagir mais rapidamente às transformações porque buscam traçar o seu próprio caminho e ampliar o controle sobre suas possibilidades. Neste conteúdo, separamos dicas para auxiliar as pessoas a colocar planos em prática e ter mais independência nas escolhas profissionais.

1 – Autoconhecimento O primeiro passo para planejar uma carreira é conhecer suas fortalezas e pontos a desenvolver. A reflexão começa internamente por meio de avaliações baseadas em áreas de interesse, experiências, conquistas e erros. Num segundo momento, é recomendável buscar apoio especializado para entender se a percepção pessoal coincide com a expectativa do mercado de trabalho. O processo de “Assessment”, oferecido por consultorias de transição de carreira como a STATO, é uma ferramenta relevante para obter análises de perfis comportamentais assertivas.

2 – Estudo de mercado A busca pelo protagonismo da carreira flui melhor quando apoiada por análises de mercado. Isso porque quanto mais alinhados forem os interesses profissionais com as tendências, melhor tendem a ser os resultados alcançados. Profissionais que tenham interesse em atuar no mercado de tecnologia, por exemplo, encontram um ótimo momento de oportunidades na área, em função da digitalização dos negócios. O mesmo vale para profissionais do setor financeiro que tenham interesse em operar com a Bolsa de Valores, em alta no país, ou advogados que pretendem migrar para a área de Compliance, que cresce a passos largos nas organizações.

3 – Planejamento Após a definição da área de interesse e da função almejada, é hora de tirar as ideias do papel. O(a) profissional protagonista de sua própria carreira é aquele(a) que persegue seu objetivo sem depender de fatores externos, neste caso, as empresas. A melhor forma de agir, nessa etapa, é iniciar um planejamento consciente para a movimentação profissional, considerando reserva de emergência e eventuais investimentos necessários, como a realização de cursos, por exemplo.

4 – Ação O (a) profissional que é protagonista de sua própria carreira não espera pelo incentivo alheio para planejar os próximos passos. É um comportamento acertado para a realidade do mercado de trabalho, no qual as relações entre empresas e colaboradores estão cada vez mais flexíveis e menos duradouras. Neste contexto, esperar que a organização faça movimentos por você é equivalente a se acomodar na zona de conforto – um convite a perder competitividade no mercado de trabalho.