As incertezas são inevitáveis e acompanham o curso da humanidade. Por mais que se tente prever e controlar os cenários, de tempos em tempos organizações e pessoas são pegas de surpresas por rupturas bruscas que geram consequências variadas. Este é o tom do webinar apresentado por Renê Guedes, Head de Operações da STATO, através da plataforma STATO Play.
Renê Guedes traçou um panorama histórico de acontecimentos mundiais que levaram a mudanças estruturais significativas. Da década de 1970, marcada pela crise do petróleo, o prenúncio da globalização a revolução de costumes, até os dias atuais, houve momentos específicos que alteraram percepções e contribuíram para novos pensamentos de natureza política, social e econômica.
Em 2001, por exemplo, o mundo se encontrava estável após o fim da Guerra Fria e o colapso da União Soviética quando dois aviões se chocaram contra as Torres Gêmeas em Nova York. O atentado atingiu em cheio a hegemonia norte-americana e colocou em xeque o modelo vigente à época, trazendo insegurança e abrindo espaço para outros agentes internacionais, como China e Rússia.
Sete anos depois, também em território americano, surgia a crise do subprime, que desencadearia um grave problema financeiro com proporções globais. Mais uma vez foi preciso rever o modus operandi a partir de reflexões sobre a desregulamentação do mercado, novas políticas de proteção ao crédito e os impactos na geração de renda para milhões de pessoas.
Como agir em meio às incertezas?
Em 2020, o desafio é primordialmente sanitário, mas com efeitos em todos os setores. A pandemia do coronavírus promove impactos significativos na economia e no mercado de trabalho, com o agravamento do desemprego e o acirramento de tensões políticas mundiais.
Em meio à crise, as organizações perdem
o sono traçando estratégias para tentar minimizar os efeitos nos negócios, e
algumas dicas são importantes neste momento. Segundo Renê Guedes, os
colaboradores em home office devem definir processos e rotinas para atentar ao
que for prioridade e se valer da comunicação para azeitar o fluxo de trabalho.
Para os gestores de equipes, a hora é de “tomar
as decisões necessárias (por pior que elas sejam), monitorar o engajamento e a
saúde psíquica dos colaboradores, celebrar as pequenas vitórias e aproveitar as
eventuais oportunidades que apareçam”. Segundo Renê Guedes, é preciso aprender
a jogar as regras do jogo e se adaptar ao “novo normal”.
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