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‘Stories’ chega ao LinkedIn: veja quando usar e NÃO usar

O LinkedIn anunciou hoje um novo recurso voltado para o Brasil, que já soma a expressiva marca de 40 milhões de usuários na plataforma. Até o fim desta terça-feira, todos os profissionais terão acesso à funcionalidade “Stories”, indicada para postagens efêmeras, assim como acontece no Instagram e no Facebook.

Segundo o LinkedIn, o novo recurso abre espaço para “conversas e informação”, com a possibilidade de nutrir as redes de conexões e de seguidores de maneira “descontraída e casual”. Embora a funcionalidade tenha caráter despojado, é preciso atentar para cuidados a fim de utilizá-la de maneira saudável.

Candice Fernandes, Head de Operações da STATO, alerta para a preocupação com a imagem profissional nesta que é a maior plataforma corporativa do mundo e, portanto, oferece grande visibilidade. “Sempre que o colaborador estiver falando em nome da empresa, é preciso ter cautela com o conteúdo compartilhado”, observa.

Candice reconhece o poder dos Stories para geração de negócios, engajamento e compartilhamento de informações, especialmente quando utilizado por marcas, com o devido alinhamento institucional. Mas, a linha costuma ser tênue. E, quando a mensagem parte para o âmbito pessoal e tem relação com a organização, tudo que puder causar desconforto deve ser evitado.

Segundo ela, para afastar contratempos, é recomendável também que as empresas esclareçam as diretrizes de publicação de conteúdos corporativos em perfis pessoais. Tendo as regras definidas, cabe aos colaboradores recorrer ao bom senso para prever como determinados posts podem afetar a companhia, o gestor ou a equipe.

Abaixo, você confere dicas práticas das ocasiões indicadas ou não para uso do Stories no LinkedIn:

Quando usar

Para compartilhamento de boas práticas no ambiente de trabalho, como treinamentos, prestação de serviços comunitários, reconhecimentos aos funcionários, conteúdos que agregam valor ao nome da empresa ou enalteçam pessoas, além de fatos relevantes que merecem ser divulgados.

Quando não usar

Em situações delicadas que tratem de difamação, perseguição, bullying, assédio. Atentar ainda para o cuidado com a privacidade no local de trabalho para não revelar informações confidenciais ou compartilhar indevidamente imagens de colegas. Evitar também publicações no happy hour ou em ocasiões inadequadas para uma rede social profissional.

Na opinião de Candice, haverá uma curva de aprendizado do uso da ferramenta à medida que ela se popularize no Brasil. O importante, desde já, é “entender que o propósito do LinkedIn é profissional, com trocas de boas práticas, e não para compartilhamento da vida privada”, recomenda.